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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Carta ao Papai Noel


Querido Papai Noel,

Acordei hoje com muita vontade de Te escrever.
Já não sou criança para acreditar que o Senhor desce pela chaminé, mas também não sou grande o suficiente para não acreditar que Você não exista.

Sei que o Senhor está muito ocupado e prometo que serei breve.

Para este Natal que está chegando, queria pedir:

Um par de patins da Traxart,
Uma joelheira nova,
Um perfume Dolce & Gabana,
Uma viagem,

Sei lá mais o que....rs (risos).
Ah, que nada a ver Papai Noel, acho que essas coisas eu posso comprar lá nas lojas  né?
Faço um parcelamento no cartão de crédito, faço uma poupança e pronto!


Ah, Papai Noel, já estava me esquecendo de pedir também o que realmente preciso:

Paz,
Amor,
Amizade,e,
Lealdade.

Papai Noel, gostaria também de te pedir que me presenteasse com:

Paciência, para encarar os revezes do dia a dia.
Sabedoria, para compreender o que acontece ao meu redor.
Discernimento, para poder tomar a melhor decisão e,
Fé, para crer cada dia mais no Senhor.

Feliz Natal Papai Noel!
Feliz Natal Mundo!

Bia Fernandes


PS.: Convido a todos a escrever uma cartinha para o Papai Noel.
Abaixo coloquei um modelo. Gostaria de publicá-lo neste blog.
Voce pode deixá-la como comentário ou enviá-la por email, no endereço: biapakai@hotmail.com.
Estarei aguardando.

Carta ao Papai Noel



Querido Papai Noel,
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Refletindo sobre as tecnologias na educação

Reflexão:

 “Ninguém educa NINGUÉM, ninguém educa a SI MESMO, os homens se educam entre si, MEDIALIZADOS pelo mundo”.PAULO FREIRE(1987) em Utilização de Tecnologias de Informação e Comunicação na Alfabetização de Jovens e Adultos de Maria Luiza Pereira Angelim. Disponível em:http://www.forumeja.org.br/book/export/html/591.Acesso em 25/10/2011.




O contexto atual nos leva à reflexão sobre a educação e os meios tecnológicos para ela e para a vivência no cotidiano.
Não se trata de “americanizar-se”, “europear-se”, de “africanizar-se”, de “asiatizar-se”, enfim, trata-se de evoluir conforme nos é solicitado e permitido.
Trata-se de observar o que está ao nosso redor e aprender ou não com isso.

Óbvio que tudo depende do olhar o qual disparamos na direção desta evolução.
Tudo depende do sentido que essa evolução fez, faz e fará para a vida do cidadão brasileiro.
Tudo depende do quanto essa evolução influenciará na vida, nos costumes e na cultura deste indivíduo.

Para se utilizar dessa tecnologia de informação e comunicação na qual nos integra ao mundo e nos promove ferramentas estratégias para o processo ensino-aprendizagem, não se faz necessária o esquecimento de QUEM SOMOS, como nação. Não se faz necessário o esquecimento do que carregamos em nossa BAGAGEM CULTURAL.

Faz-se necessária a fome do conhecimento discernido. A fome por letramento. A fome pelo entendimento.
O “não” dito à evolução e às novas tecnologias não nos farão menos cidadãos ou menos indivíduos, pois, isto, de ser cidadãos, está dentro de cada um de nós.
Como dito por Paulo Freire, porém em outras palavras, somente se LIBERTA quem se quer libertar. Somente se liberta quem está disposto a não aceitar as AMARRAS de qualquer imposição, seja ela de instrução, emocional ou profissional.

Portanto, a educação para todo cidadão brasileiro, sendo ele criança, jovem ou adulto deve incluir a utilização de tecnologias, ferramentas e comunicação para a sua alfabetização, mas, nunca se esquecendo de nossa cultura pessoal, regional e nacional.
Somente assim, respeitando o outro e seus conhecimentos é que conseguiremos ter uma nação verdadeiramente culta e ciente de seu valor.


Bia Fernandes





quarta-feira, 1 de junho de 2011

Seja você!

" Ser feliz é se aceitar do jeito que se é, não se deixando interpelar pela vontade dos outros.

O respeito por si mesmo é uma das coisas mais difíceis de se manter na convivência em sociedade".

Bia Fernandes

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A PESSOA HUMANA NA ANTROPOLOGIA TEOLÓGICA


            Afinal,
[...somos capazes de analisar, compreender e discutir as influências da sociedade atual em nossas vidas e a maneira de como construir uma nova forma de agir com nosso próprio eu, com os outros e com o mundo em que vivermos...] (Ceuclar, guia de disciplina de antologia teológica,Batatais,2010).

            Será?
            Estamos preparados para a divina e difícil experiência de conhecer o nosso Eu interior?
            Estaremos , nós, conectados, após esta analise, ao mundo e aos nossos preceitos, desejos e decisões?        
            São pequenas questões como estas que a Antropologia Teológica nos auxilia e nos permite galgar o caminho do conhecimento e do autoconhecimento, para que, possamos ir de encontro às nossas reais realizações.
 Eis que surgem então novas e profundas indagações como:
[... 1ª) O que eu posso saber? 2ª)  O que devo fazer?3ª) O que posso esperar? 4ª) O que é o homem?...] (Kant, I, Lógica.25A)
         O homem, na antropologia teológica é a representação do todo, ou seja, um ser indivisível e pleno, com capacidade de aprender e compreender sobre si próprio e sobre o mundo que o cerca.
      Através da história, grandes pensadores como Aristóteles, Platão, Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino criaram suas teses sobre o “ser homem”.
      A pauta estendeu-se aos campos da metafísica, da moral e da religião, em busca de uma ou várias respostas plausíveis e coerentes.
      Podemos então perceber a complexidade do homem a fim de transcender em uma utópica viagem ao seu interior e, se possível, resgatar tantas lacunas de pensamento quantas forem suas dúvidas.
      A conclusão mais próxima  fora que o homem é o Eu, o Mundo, Deus  e o Outro.
 Sendo denominado todo, o homem compreende três dimensões para existir que são: a física ou também chamada de biológica, a psicológica ou somática e a transcendente ou espiritual.
Os pontos de vista acerca deste são quatro, e, referem-se oi ponto de vista da Natureza, onde o homem fora concebido através do cosmos. O ponto de vista de Deus, onde fora concebido como sua imagem e semelhança. O ponto de vista do Eu, onde fora concebido na autoconsciência e ainda, o ponto de vista do Outro, onde fora concebido como um ser dialógico.
Sua dimensão física ou biológica está voltada à matéria. É, por intermédio do corpo que o homem se representa e interage com os outros seres vivos e com todo o mundo em que vive.
            Seu estereótipo é correspondente ao círculo da sociedade em que convive, sendo, muitas vezes, vítima do mesmo e esquecendo-se de suas próprias características para se transformar em apenas uma “casca imposta por essa sociedade”.
         A dimensão psicológica ou somática, diz respeito à alma. É a alma que dá a vida ao indivíduo.                    
            A alma é a sua substância, a sua essência, o que faz sentir que é um ser único e não duplicável.
            Cada um entra só entra em contato com a sua essência através de si próprio, por sua autoconsciência. Ele subsiste em seu espírito.
            A dimensão transcendente está intimamente ligada à psicológica, onde, liga o espírito do homem ao infinito.

Graças à sua subsistência  na ordem do espírito, o homem é, ao mesmo tempo, um ser fechado em si mesmo, enquanto subsistente, e extremamente aberto e excêntrico enquanto é espírito. Enquanto espírito goza de uma abertura sem limites, infinita.(MODIN,B. Definição filosófica da pessoa humana. EDUSC, Bauru, 1995 p.26)



            Quando em comunhão com a transcendência, o homem torna-se pleno, porém, quando ocorre de viver de forma antagônica a isso, mostra-se escravizado pelo mundo.
A  afirmativa neste título nos mostra que o homem é um ser complexo. Podemos  dizer isso, pois está relacionado com seu interior e seu exterior.
            Como dito anteriormente, o seu próprio Eu está conectado com seu próximo, com o mundo e com Deus.
Partindo do princípio ontológico que Deus nos criou a sua imagem e semelhança, podemos referi-lhe
como um ser único ou trino, como Santo Agostinho nos mostra na Santíssima Trindade Divina: “O
homem é espelho do Pai na memória, do Filho na inteligência, e do Espírito  no amor”. (MODIN, B.
Definição filosófica da pessoa humana. EDUSC, Bauru, 1995 p.37).        
           
         Cada cultura, cada contexto, nos coloca uma nova ou antiga visão e versão sobre o indivíduo humano, chamado como pessoa.
            É o único ser vivo capaz de raciocinar, refletir, agir e interagir de acordo com os princípios da ética e da moral.
            Tentam delimitar onde é matéria, onde é espírito; onde é inteligência e até qual ponto é sabedoria; onde é um ser finito e onde é infinito.
            O fato primordial é que, ninguém e nada podem traduzir o que é o homem a não ser ele mesmo.
            Vai além ou aquém de nossa compreensão. É um ser vivo, único e  inenarrável; concreto e abstrato; íntegro e falho.

Ousadamente, ainda cito: “ O homem é a glória de Deus no universo, e o é, tanto objetivamente,
como a mais bela de todas as criaturas, como subjetivamente,enquanto cabe a ele dar glória ao
Senhor”. (MODIN, B. Definição filosófica da pessoa humana. EDUSC, Bauru, 1995 p.48).



BIBLIOGRAFIA:
BOCK, A. M.B.;FURTADO, Odair; TEIXEIRA,Maria de L. T. P. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. São Paulo. Saraiva, 2005.
DELL PRETTE, A.; DELL PRETTE, Z. A.P. Psicologia das relações interpessoais: vivências para o trabalho em grupo. Petrópolis: Vozes, 2007.
KANT, I. Lógica. In: MODIN, B. Definição filosófica da pessoa humana. EDUSC, Bauru, 1995 )
MODIN, B. Definição filosófica da pessoa humana. EDUSC, Bauru, 1995
PIVA, Sergio Ibanor. A pessoa: uma análise. Batatais: União das Faculdades Claretianas, 1995.



 Bia Fernandes


segunda-feira, 23 de maio de 2011

O preconceito regional no Brasil

Pensar o Brasil como um país homogêneo é como querer contar os grãos de areia que estão contidos na praia.

Em outras palavras, é surreal, haja vista a sua extensão de, aproximadamente, 8.814.965 km².

Há de se esperar que cada região deste vasto país tenha seus próprios costumes, linguagens e cultura, logo, geram os tais preconceitos.

São vários: de raça, cor, classe social, orientação sexual, nacionalidade, deficiências, religiões, linguisticos e outros.

Cada qual, a seu modo, existe, em maior ou menor intensidade.

Um exemplo clássico dessa afirmativa é o que dizem sobre o carioca ser ocioso, o baiano ser lento, o nordestino resolver tudo na base de sua peixeira.

O preconceito existe pela falta de conhecimento desta ou daquela cultura.

O preconceito existe por haver o julgo.

Com tanto déficit de educação, emprego e saúde, além de moradia e infraestrutura de saneamento que são básicos para a vivência com dignidade do ser humano, seja ele de qual for a região ou mesmo do país, o senso comum impera transformando a união de uma numerosa nação em grupos isolados.

Qual a diferença no produto final do objetivo comum de um povo se existem diferentes cores, raças e religiões nos componentes atuantes do projeto?

Afinal, na Copa do Mundo, todos torcem para o time:  BRASIL e não para times isolados.