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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Visitando o Recanto das Letras

 

 

 

Um amigo sugeriu que eu desse uma olhadela no blog www.recantodasletras.com.br.

Gostei muito da escrita de Paulo de Tarso, o autor.
 
A linguagem é culta e inebriante, requerendo uma certa concentração para que haja o compreendimento das prosas e dos contos.
 
Vi também a escrita altamente intrínseca de Nyne Rock.
 
Abaixo segue uma pequena amostra.
Quando tiverem um tempinho, passeiem por lá. Tem muito mais.
 
Bia Fernandes

 

 

 

Perfídia

Nem tudo está no seu lugar.
Íntimos solilóquios,pensamentos e pesadelos à deriva.
Aparece de repente, sem rumo, só.
Encontra aconchego, companhia, complemento.
Vê e sente fluir fé e desprendimento,
E peca contra a generosidade.
Colhe fruto em segurança e mostra sórdidos propósitos.
Como serpente derrama peçonha.
Desestrutura a fortaleza, despreza o espírito.
Vírus que domina corpo e alma.
Invade vontades, bloqueia razões, destrói sonhos e se vai.
Para trás sombras, legado de decepção e desengano, frieza.
O pó da estrada, o alicerce de uma construção...
Paulo de Tarso
Enviado por Paulo de Tarso em 16/06/2007
Reeditado em 23/08/2007
Código do texto: T528947
 

LAMENTO

 Eu que desprovido nasci,de beleza e de ser feliz;
Escrevo aqui o meu lamento _De onde brota o meu tormento.
Padeço ferozmente por ser assim,
mas sei que não é só em mim, que essa dor se instala sem pudor
_Nos excruciando por dentro!
Nós,oriundos seres da utopia,na realidade nos reconhecemos,mas no irreal procuramos estadia.
Só estimamos (estimo) nesse submundo,ressurgir das cinzas,em um mundo no qual pertencemos.
Um lugar onde as folhas não sequem;
Que tenha-me por inteiro,da carne  a essência... Onde sobre um recanto para minh'alma.
Nyne Rock
Enviado por Nyne Rock em 02/10/2012
Código do texto: T3911959 
Classificação de conteúdo: seguro
 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Contos e Encantos do Cotidiano na Mídia




A Revista Daqui Lapa esteve presente no evento.
Agradeço  ao apreço prestado ao livro e  minha pessoa!

Bia Fernandes

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Li em algum lugar



"Li, em algum lugar mas não me recordo onde e também não sei a sua autoria, esta mensagem reflexiva que vou partilha-la com vocês".

Bia Fernandes




Amigo.
Na fadiga dos nossos dias, frequentemente esquecemo-nos de elevar uma prece ao Senhor, mas geralmente não nos esquecemos de verificar o nosso e-mail.

Por esta razão, tomei a liberdade de criar uma de tantas apresentações que nos fazem recordar Deus e fazer uma pequena oração:

Meu Deus.
Ajuda-me a dizer a palavra da verdade na cara dos fortes, e a não mentir para obter o aplauso dos débeis.
 
Se me dás dinheiro, não tomes a minha felicidade e, se me dás forças, não tires o meu raciocínio.
 
Se me dás êxito, não me tires a humildade e, se me dás humildade, não me tires a dignidade.
 
Ajuda-me a conhecer a outra face da realidade e não me deixes acusar os meus adversários, apontando-os de traidores, porque não partilham do meu critério.
 
Ensina-me a amar os outros como amo a mim mesmo e a me julgar como faço com os outros.
 
Não me deixes embriagar com o êxito quando consigo, nem a me desesperar se fracasso. Sobretudo, faz-me sempre recordar que o fracasso é a prova que antecede ao êxito.
 
Ensina-me que a tolerância é o mais alto da força e que o desejo de vingança é a primeira manifestação da debilidade.
 
Se me despojas do dinheiro, deixe-me a esperança e, se me despojas da vitória, deixa-me a força de vontade para poder vencer a derrota.
 
Se me despojas da saúde, deixa-me a graça da fé.
 
Se causo danos a alguém, dá-me  a nobreza da desculpa e, se alguém me causar danos, dá-me a força do perdão e da clemência.
 
Meu Deus...se me esquecer de Ti, por misericórdia, não Te esqueças de mim!
 
 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Satisfação




"Somente se pode falar na pureza da alma se ela realmente for alva".
Caso não seja assim, trata-se de demagogia e estorinhas, criadas para a persuasão.
A alma límpida não se corrompe. Não se deixa persuadir pelas coisas infectadas que vivem no mundo, por mais que ele, o mundo, tente.  Como diz Oscar Wilde, in 'De Profundis':
"Quem poderá calcular a órbita da sua própria alma? As pessoas cujo desejo é unicamente a auto-realização, nunca sabem para onde se dirigem. Não podem saber. Numa das acepções da palavra, é obviamente necessário, como o oráculo grego afirmava, conhecermo-nos a nós próprios. É a primeira realização do conhecimento. Mas reconhecer que a alma de um homem é incognoscível é a maior proeza da sabedoria. O derradeiro mistério somos nós próprios. Depois de termos pesado o Sol e medido os passos da Lua e delineado minuciosamente os sete céus, estrela a estrela, restamos ainda nós próprios. Quem poderá calcular a órbita da sua própria alma?"
Ninguém conhece a alma de ninguém e a corrida maior que um ser humano pode percorrer é a do conhecimento de sua própria alma, de seu próprio anseio.
Muitas vezes corre-se atrás do anseio alheio, fazendo o que o seu próximo deseja. Onde está a sua alma nesta situação?  Nestes casos a satisfação é momentânea. Sua fundamentação é firmada nas rochas.
.......
......
Procuremos a alma alva e a satisfação real na real satisfação.

Bia Fernandes



(O texto na íntegra faz parte do segundo livro da autora)

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Os porquês



Viajando, saindo ou não saindo do lugar, podemos tentar, ao menos tentar, fazer um processo de pesquisa dentro de nós mesmos para que as respostas sobre o que somos e o que queremos surjam ou não.
Pois bem.
Em uma sala de jogos com várias pessoas, numa cidade interiorana da Bahia, uma jovem se aprochegou a mim e me perguntou por que eu escrevia textos reflexivos.
A minha resposta para essa questão fora de que gosto de sempre ter uma ou várias pulgas atrás da orelha.
 
Ela então, questionou-me sobre o por que de ter uma pulga atrás da orelha se já consegui alcançar muitos objetivos em minha trajetória de vida, depois de ter pesquisado um pouco sobre mim.
 
A minha resposta fora que sempre quero buscar algo mais. Não que eu seja ou esteja insatisfeita com o que tenho ou com o que faço, muito pelo contrário, mas porque vejo a inércia do mundo e questionar aguça os meus sentidos fazendo com que eu faça parte dessa inércia, agindo como protagonista e não como coadjuvante do mundo que me pertence.
 
Ela, novamente não compreendendo  o "x" da questão perguntou se todos os bens materiais que eu possuia não me eram suficientes para "curtir a vida" e "aquietar a alma".
 
Respondi que nada havia de errado com os bens adquiridos e com a paz de minha alma, mas, que o processo de aprendizado de minha vida ainda não estava concluído. Complementei dizendo que todos os apetrechos materiais são frutos de minha alma.
 
Ela, ficou com uma expressão tão interessante que parecia ter engolido um ponto de interrogação gigante e este lhe teria formatado o rosto e então, não sendo certo que ela ficasse sem a explicação para minhas palavras e para que ela começasse a compreender do que falo inqueri as perguntas: 
 
Como se consegue viver sem se perguntar  o que acontece em sua própria vida...?
Como se pode viver sem se entender?
Como se pode falar sem compreender o que vai dentro de si mesmo?
São apenas perguntas que mereceriam ao menos um momento de atenção... você não acha?
 
 
A resposta que me veio fora de que ela não tinha tempo para ficar pensando, sentada em um sofá ou em outro lugar qualquer. Em resumo, uma perda de tempo, e, assim sendo, desistiu de sua tese sobre me convencer que a reflexão é inócua.
 
Caríssimos, a reflexão é poderosa.
 
Caso consigamos questionar sobre nós mesmos, encontrando ou não uma resposta, já somos vencedores neste jogo da vida.
O ato de questionar gera mudanças e, por mais difíceis ou muitas vezes doloridas que estas sejam, sempre são positivas.
 
 
Convido a você, isso mesmo, VOCÊ, que está lendo este texto a refletir sobre isso e postar ou não o seu comentário.
 
Sua opinião já é uma criteriosa ação para a mudança.


Bia Fernandes




domingo, 26 de agosto de 2012

Você quer um exemplar de Contos e Encantos do Cotidiano?

Amado(a)

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Permita que o amor contido nela inunde a sua vida!
 
 

Sinopse




A autora, com rara sensibilidade, retrata, em seus contos, os acontecimentos do dia a dia e a vivência do Amor Ágape, o qual é incondicional e traz a paz e a transformação do ser humano ao revalorizar a vida. Alguns contos destacam-se do contexto como: Minha Pequenez, A Arte de Transformar, Reencontro e Branquinha. O conto Minha Pequenez mostra o contato com a natureza e seu efeito do despertar para o conhecimento da divindade. Em A Arte de Transformar relata o nascimento da criação artística. Em Reencontro revela a emoção de rever a pessoa amada. O conto Branquinha discorre sobre o relacionamento pacífico entre animais, exemplo para os humanos, e é um dos melhores momentos do livro. Os textos fluem de uma forma leve e inspirada, conduzindo o leitor a nuances de sentimentos, descobertas e um toque de realidade mista com ficção, ficando a sensação final de um reencontro consigo mesmo.

Ficha Técnica

Editora: NEWBOOK
ISBN: 8589275329
ISBN13: 9788589275323
Edição: 1ª Edição - 2012
Número de Páginas: 128
Acabamento: BROCHURA
Formato: 14,00 x 21,00 cm.